Por Claudio Bravo, do blog espanhol “Blogscorporativos”. Um belo resumo das principais tendências do novo consumidor.
- Agora são os indivíduos, não as instituições.
- O consumo de massa é o modelo do século passado.
- As famílias são menores e mais individualistas.
- O centro da família não é o casal, mas os filhos, que influem em 50% das decisões de compra.
- Só um em cada 5 jovens se interessa por política.
- Novas formas de ação social se firmam. ONGS, comunidades de interesses.
- Se consolidam processo migratórios, consumidores viajam mais. Surge a cultura fusion, produto da mestiçagem geográfica e cultural.
- Pequenas empresas com modelos alternativos de negócios prosperam.
- O marco institucional religioso desaparece e surgem novas religiões individuais.
- A Internet proporciona um poder ilimitado ao indivíduo.
- A globalização causa uma perda de identidade que produz o retorno a valores regionais.
- Se acentua a busca de si mesmo, da auto-realização e dos projetos éticos.
- Empresas com ideologia são mais atrativas, como Google, Amazon, Starbucks, You Tube, etc.
- Surgem novas doenças relacionadas com este novo estilo de vida, como stress, depressão, ansiedade, suicídios.
- Novos consumidores são mais individualistas mas buscam novas maneiras de se sentir parte de algum grupo. Deixam o modelos uniformes em busca de estruturas menores, informais e flexíveis. Elas são o símbolo de fragmentação e pluralismo.
- O novo consumidor quer ser único e ser tratado como indivíduo.
- Produtos de série limitada, personalizados e customizados triunfarão. Veremos o auge do micromarketing.
- O marketing se baseará em estilos de vida.
- O novo consumidor é paradoxal e versátil. Pode ser compulsivo e reflexivo aqui, impulsivo e errático depois.
- Vencerão as marcas mundiais que acentuam particularidades regionais ou locais.
- O novo consumidor é um enganador. Cresce a distância entre o que diz e o que realmente faz. Acredita ser sua imagem idealizada.
- É um consumidor atraído pelo alternativo e por valores éticos.
- Compra experiências de marca personalizadas.
- Aparecem novas aspirações pós-modernas, como a diminuição do tempo (queremos tudo rápido), a saúde, o culto ao corpo, o ócio e a natureza.
- O novo consumidor quer ser escutado, que ser levado em conta.
- Passamos da era da “transação” empresa-cliente a era da “relação” cliente-empresa
- Nos encontramos diante de um consumidor ativo que não se limita a receber ofertas sem que as busque. Ela as distribui, um consumidor comunicante, um “‘pró-consumidor” ou um “e-influencer” no caso dos ambientes online.
- Este consumidor comunicante beneficiará muitas empresas mas também punirá as que cometam abusos.
- Nesta sociedade pós-moderna, os consumidores participarão da construção da marca. O receptor tradicional se converte também em emissor.
- As pessoas se realizam procurando produtos de qualidade a baixo preço. É um jogo cujos resultados são dignos de orgulho e são transmitidos aos amigos e conhecidos.
- O consumidor atual é um expert em compras, está altamente qualificado já que considera o exercício de comprar como algo essencial para a vida moderna.
- O novo consumidor sabe diferenciar perfeitamente as promessas do marketing e os benefícios reais do produto.
- Quanto aos novos hábitos alimentícios, as crianças pedem produtos divertidos; os jovens, atrativos; os maduros, novos sabores e alimentos fáceis de preparar e os mais velhos produtos que os ajudem a melhorar suas condições físicas e mentais.
- Quanto aos hábitos tecnológicos, o novo consumidor quer estar online 24 horas por dia. Gosta de pequenos aparelhos e aprecia a mobilidade e portabilidade.
- O usuário passará de receptor a gerador de conteúdos.
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