Pesquisa da Energy BBDO de Chicago, realizada em 13 países, buscou conhecer e avaliar o comportamento e atitude do adolescentes de 13-18 anos.
A pesquisa descreve este grupo com hiper-informado, preocupados com a situação do mundo. Eles acreditam que será difícil conquistar a felicidade, mas estão dispostos a lutar por ela. Eles são muito diferentes dos adolescentes de gerações anteriores, e conhecê-los é essencial para o marketing de produtos e serviços voltados para qualquer idade (outros estudos dizem que este grupo já influencia mais de 70% das compras nos domicílios).
Vamos as conclusões e questões que a pesquisa apontou:
1 - Zeitgeist: Do otimismo a determinação num mundo Dark
Nos anos 90, o otimismo dos adolescentes poderia ser descrito com exuberante. Hoje, apenas 14% deles concordam com a afirmação “Eu acho que o mundo se tornará um lugar melhor”. Mas ao invés de mostrar resignação, os adolescentes demonstram disposição e coragem para mudar este cenário. Como isso afetará as marcas e a comunicação?
2 - Sucesso: Do “Dane-se” para o Ativismo
Esqueça o “Tô nem aí” da décade de 90. Uma nova atitude reina nesta geração: “I lutaria por uma causa em que acreditasse”. A causa número 1? Construir seu próprio futuro. Os adolescentes de hoje pensam buscam objetivos maduros e de longo prazo, como segurança, equilíbrio e satisfação na vida. As marcas podem ser um antídoto para os sérios desafios da vida dos adolescentes de hoje?
3 - Originalidade x Esterótipos: Dos adolescentes americanos para os criativos.
Um dia os adolescentes americanos representaram a vanguarda da cultura jovem global. Mas nos dias de hoje, onde autenticidade é o que vale, um novo tipo de adolescente se destaca, definido mais por valores do que por geografia: os criativos. Eles são curiosos, altruistas, aberto a novas idéias, e ativamente engajada em criar uma cultura adolescente. Como as marcas podem alavancar sua principal disposição: como expressar a mim mesmo?
4 - Adolecentes americanos: Da vanguarda para o tradicional
Os adolescentes americanos, que nas últimas décadas lideraram importantes mudanças cuilturais, hoje estão entre os mais conservadores do mundo. Eles valorizam a religião, querem se casar e se tornarem pais, e esperam viver com altos padrões morais. Como as marcas que se comunicam globalmente podem ajustar sua comunicação para um mercado com características diversas do resto do mundo?
5 - Os adolescentes “sem-fio”: De uma elite a um mercado de massa
Nos anos 90, os adolescentes com acesso regular a tecnologias eram um grupo limitado. Hoje, o desafio das marcas é seguir o caminho dos Super-Conectores, adolescentes que usam a tecnologia para criar redes sociais vibrantese que estão constantemente engajados num mundo totalmente novo, virtual e conectado.
6 - Marca líderes globais: De marcas americanas para marcas globais
Apesar da marcas americanas ainda liderarem os índices de reconhecimento das marcas globais voltadas para jovens, os índices de gigantes com McDonald’s e Coca-Cola vêm caindo. Marcas não americanas com Sony, Nokia e Adidas vem ganhando importantes pontos. Estas marcas parecem compreender melhor as necessidades deste novo adolescente.
7 - Marcas: Status x Apatia
A marcas enfrentam um grande problema: 62% dos adolescentes globais são indiferentes ao marketing e a publicidade. Vejam, ele não são contra as marcas; são simplesmente indiferentes, o que é, talvez, mais perigoso. Eles não ligam para etiquetas, não acreditam em publicidade e sentem que há muita publicidade no mundo. Como as marcas podem enfrentar esta atitude e criar uma conexão com este target?
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