Eu só queria que tivesse um ícone para rejeitar as peças da rádio polonesa, que “jogou”, contra seu próprio meio, uma das propagandas mais preconceituosas que já vi. Não defendo os artistas que devem ter feito mais sucesso que essa rádio snob, mas lembro das experiências publicitárias infelizes de todas as rádios que tentaram desvalorizar o conteúdo e o formato das concorrentes(incluindo o uso de vinhetas e chamadas com referências deste tipo durante a programação). Existe uma coisa importante na estatística de audiência chamada superposição, que são ouvintes comuns a mais de uma emissora, por ter afinidade com conteúdos distintos. Por isso, a melhor proposta de rádio, que só funciona na internet é a Pandora.com, usa o “DNA” da obra e do artista, para compor uma programação customizada, automaticamente. Atende ao ouvinte que ouve jazz, samba e os pops rejeitados pela falsa elite do rádio. Hoje sabemos, que a JB FM, emissora dita segmentada, do Rio, toca o que o Good Times da 98 FM toca há mais de 20 e tantos anos e o jazz tem alta qualidade instrumental e vocal mas nunca vai ser popular, que, na verdade, significa ter sucesso. Aliás, existem maneiras melhores de ouvir jazz do que por uma rádio prepotente. Bem… agora vou voltar a ouvir minha música, da forma mais democrática possível. De modo geral, todas as peças que você apresenta merecem de 4 a 5 estrelas, mas obrigado por mostrar que existe a contra-mão do meio rádio também lá fora.
Grande abraço.
Em 24/out/2007, Carlos Martins disse:
Eu só queria que tivesse um ícone para rejeitar as peças da rádio polonesa, que “jogou”, contra seu próprio meio, uma das propagandas mais preconceituosas que já vi. Não defendo os artistas que devem ter feito mais sucesso que essa rádio snob, mas lembro das experiências publicitárias infelizes de todas as rádios que tentaram desvalorizar o conteúdo e o formato das concorrentes(incluindo o uso de vinhetas e chamadas com referências deste tipo durante a programação). Existe uma coisa importante na estatística de audiência chamada superposição, que são ouvintes comuns a mais de uma emissora, por ter afinidade com conteúdos distintos. Por isso, a melhor proposta de rádio, que só funciona na internet é a Pandora.com, usa o “DNA” da obra e do artista, para compor uma programação customizada, automaticamente. Atende ao ouvinte que ouve jazz, samba e os pops rejeitados pela falsa elite do rádio. Hoje sabemos, que a JB FM, emissora dita segmentada, do Rio, toca o que o Good Times da 98 FM toca há mais de 20 e tantos anos e o jazz tem alta qualidade instrumental e vocal mas nunca vai ser popular, que, na verdade, significa ter sucesso. Aliás, existem maneiras melhores de ouvir jazz do que por uma rádio prepotente. Bem… agora vou voltar a ouvir minha música, da forma mais democrática possível. De modo geral, todas as peças que você apresenta merecem de 4 a 5 estrelas, mas obrigado por mostrar que existe a contra-mão do meio rádio também lá fora.
Grande abraço.