Não se compara
15/05 - Brasil, Cartaz, Recreação e Lazer - 3 comentários
Cartazes da QG Propaganda, pra o Hopi Hari. Será que é mesmo melhor?


 
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Comentários (3 comentários)
Não sei se a peça realmente está sendo ou será veiculada, mas a idéia é simples, porém perigosa. Quer dizer que Hopi Hari é o antônimo de momentos de liberdade, interação e alegria? Não é por causa da presença do selo que o leitor vai desfazer seu conceito de diversão e passar a achar a cena um tédio só. É mais fácil ver a peça e dizer: “aqui no Hopi Hari é tão chato que não tem nada disso, que você pode aproveitar de graça em qualquer lugar.” O texto não reforça, atrapalha.
Só a imagem está adequada, a redação pecou. Mais uma vez essa vertente de “humor publicitário paulista”, para substituir as associações inteligentes, estrangando tudo. Teria muito mais a aproveitar se combinasse o lado positivo de cada situação, a da imagem e a proposta do Hopi Hari.
Veyce Pod / 15 / Maio, 5:39 / #
Em minha opinião ouve um equívoco terrível de criação e posicionamento tanto de arte quanto de texto. Olhando as peças, dá muito mais vontade de aproveitar a vida no campo com total liberdade, desfrutando de momentos de alegria com o pai e os amigos que ir para um parque de diversões enfrentar filas e ainda ter que pagar por isso. Está mais para uma versão tosca da campanha do Visa, pois momentos de liberdade, prazer e ludicidade como os das imagens não tem preço mesmo, nem parque de diversões americanizado que se compare. O inverso talvez funcionasse melhor, com imagens que passassem tais sentimentos e sensações nos próprios brinquedos do parque.
Luciano Torres / 16 / Maio, 11:48 / #
Concordo que poderia ter associado essas sensações à brinquedos do próprio parque. A primeira vez que vi as fotos sem ler o texto, não entendi o que o Hopi Hari tinha a ver com essas cenas prazerosas sem custo algum. Depois, lendo o texto, entendi menos ainda. O conceito da campanha faz total sentido, mas não casou com a arte.
Bel Manes / 16 / Maio, 5:38 / #
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