Uma das características da mídia exterior é o efeito “Bigger than life”. Quando voce bota uma embalagem de 5cm de um chiclete num outdoor de 9 m., você naturalmente chama atenção. Mas muitas vezes este recurso se esgota, com todo mundo querendo fazer uma peça grande, um aplique enorme, mas com uma idéia criativa bem pequena.
Grandes campanhas cabem num sache de sal – ver “aqui” e cabem numa empena, como no trabalho para o fermento Fleishmann (que adequação! que execução!), da JWT.
Na criação de peças muito grandes, as proporções são diferentes daquelas que a criação trabalha no dia-a-dia. Textos e títulos podem ficar perdidos no layout. Tudo bem que o corpo da letra tem 1 metro, mas a peça toda tem mais de 60 metros de altura!
Outro problema dos megas é exatamente chamar muita atenção. Sua intervenção na paisagem é mais contundente, e como seu uso indiscriminado tem se tornado uma tendência, eles muitas vezes se tornam um excesso, aumentando a pressão para mais restrições a mídia exterior. Em verdade, na maior parte das vezes este tipo de peça não é regular.
Para aqueles que acham que “Big is Beautiful”, alguns destaques entre os Megas:
Um grande mockup na Bélgica
Campanha do Jeep Wrangler, onde pranchas sobre o carro fazem ele parecer um inseto. Um exemplo que funciona muito bem na foto e no computador. Mas vejam se na rua funciona tão bem. (Lembrem da observação sobre leitura acima).
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Prédio da Coca-Cola no Rio de Janeiro.
McDonald em São Paulo
Finance Times
Nec – Paris
Sony – Paris
Aspiradores Eletrolux
Adidas
Raid – Brasil (o mosquito subia e quando chegava na altura do spray, caía)
Adidas – Inglaterra (Clique para ver outros layouts)
Mini
Bustop
Por último, para Tampax, com a dúvida: verdade ou photoshop?
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