“Em investimentos, a paciência é sempre recompensada”. Para ilustrar este fato, a King James Advertising Cape Town criou um painel de 6000 peças, que levou 4 semanas para ser montado, para seu cliente Alla Gray Investiments.




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Ação da F9- Identidade Visual está fazendo para uma incorporadora em Curitiba.





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O monumento Columbus Circus é o “ponto zero” de Nova Iorque. Esta campanha para o metrô busca valorizar a região e atrair turistas.



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Peça para o lançamento Porto Mirador da One Propaganda.


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Tecnologia controvertida
A TruMedia Technologies lançou um software que filma as pessoas que passam em frente a um painel e pode reconhecer quem olhou para ele e determinar seu sexo e raça. A tecnologia gerou enorme controvérsia nos EUA.
O software foi desenvolvido para permitir que as empresas de painéis pudessem vender anúncios com base no target dos passantes. Mas a tecnologia é baseada num software israelense desenvolvido para filmar pessoas em locais de grande fluxo e comparar as características faciais recolhidas com um enorme banco de imagens de terroristas e suspeitos a taxa de 100 mil faces por segundo.
Diversas entidades de direitos civis americanas passaram a combater a tecnologia, apesar das garantias da empresa de que ela não armazena as informações recolhidas ou compara de qualquer forma. O problema é que o software permite. O que estas entidades temem é que a empresa acabe colaborando com o governo em determinadas situações, como já aconteceu com as empresas de telecom recentemente, que foram pressionadas pela administração Bush a compartilhar dados privados de seus usuários.
Na verdade, o problema não é da indústria de mídia exterior, mas da democracia americana, como ressalta o comentarista Erik Sass, do MediaDailyNews: “Os americanos irão concordar com o uso de tecnologias de reconhecimento facial por agências do governo e empresas privadas? Eles serão ao menos consultados? Na ausência de um debate real sobre a questão, é provável que o governo siga adiante para implementar estas tecnologias, tomando nossa complacência como consentimento.”

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