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E por falar na sua marca…

Existe uma tendência cada vez maior de utilizarem a mídia exterior para gerar “buzz”, boca-a-boca e comentários entre consumidores sobre a marca.

Para entendermos melhor este mecanismo, fiz um breve resumo de um artigo de Richard Pinder, COO da Publicis Worldwide, publicado na revista Contagious.

Contágio não é apenas buzz. É uma forma de construir sustentabilidade para a marca através de de grandes experiências que façam as pessoas falarem positivamente sobre a marca. E muito antes de ser um fenômeno da internet, este já era um jeito original de construir marcas.

A regra do contágio é” mudar a conversação” e as marcas que fizerem isto melhor serão “líderes de conversação”

Oito regras para se destacar na Era do Contágio

1 – Você é parte da conversação, quer você a gerencie ou não

No passado, havia uma máxima de que de que cada consumidor insatisfeito multiplicava sua insatisfação por mais 10 pessoas. Agora ele multiplica para mais 10 mil, por causa da internet.

2 – Tudo o que você faz vira conversação. Não importa se é aquilo que você chama de marketing ou não. O que você saiba ou não.

Para agências de publicidade, isso significa que você não pode gerenciar conversações sem ter um ponto de vista para cada aspecto da experiência de produto do seu cliente.

3 – Mudar a conversação a seu favor é o que fará o seu negócio crescer

Marcas com maiores recomendações em sua categoria crescem 4 vezes mais rápido do que a média da categoria.

4 – A maior parte do que hoje se posiciona como buzz ou boca-a-boca é completamente irrelevante

É transitório e desconectado. Não muda a conversação. Ser comentado não é, por si só, uma proposta de valor.

5 – Você deve ser comentado em relação a coisa que realmente importem para o consumidor, e que mudam o rumo da conversação

Se não, é só blá-blá-blá

6 – Grandes marcas lideram a conversação adotando um ponto de vista que vai além da categoria.

(N.E. Aqui o exmplo é meu: Campanha Real Beleza, de Dove)

7 – O marketing tradicional pode mudar a conversação, mas para conseguir isto ele deve ser de alto nível.

Mesmo em 2008, a publicidade em Tv é a que mais gera conversação e mudanças em conversação. Mas quando for criar, não pense no spot, pense na conversação que começa depois do spot.

8 – Ações simbólicas têm imenso poder de contágio, se elas cristalizarem uma visão poderosa

Uma campanha para uma cerveja neozelandesa que ressaltava a importância da amizade e da cerveja, colocou um pub num barco e o enviou para a Inglaterra para que neozeandeses de lá pudessem se encontrar e tomar sua cerveja favorita.

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Dez dicas para gerenciar equipes criativas

A Adaptive Path é uma consultoria especializada em estratégia e planejamento. Eles pesquisaram diversas empresas reconhecidamente criativas e compilaram 10 dicas para se gerenciar um ambiente de criatividade:

1 – Treinamentos cruzados para todo o time

As pessoas devem ter foco e especialidades, mas o conhecimento básico em outras disciplinas ajudará a todos a respeitarem as decisões a serem tomadas;

2 – Alterne a liderança criativa

Mantenha um frescor dinâmico na equipe mudando a hierarquia a cada projeto;

3 – Não perca o rumo e a velocidade

Mentes abertas e brainstomings são importantes, mas podem retardar o andamento do projeto. Documente as novas idéias mas não as introduza imediatamente no projeto se elas atrapalharem o momento e o foco;

4 – Conheça o seu papel

Tenha certeza de que cada membro da equipe sabe o seu papel dentro do esquema geral, e estimule cada um a se comprometer com os prazos;

5 – Prática, prática, prática

Uma vez que você tenha encontrado um processo que funcione, use-o sempre. Isto será útil em situações de strees e deadlines curtos. Testes novos processos em situações de P&D, mas só os coloque em linha quando eles forem quase uma segunda natureza;

6 – Explicíte a missão

Tenha certeza de que toda a equipe conhece e entende os objetivos do projeto;

7 – Descarte seus insight prediletos

Quando selecionar as idéias e conceitos para um projeto, avalie-os por critérios estritamente objetivos. Não importa o quanto o seu feeling diga o contrário, se a idéia não tem uma justificativa forte, guarde-a para outro projeto ou outra fase;

8 – Liderar é servir

Represente sua equipe. Ouça antes de falar;

9 – Tente distribuir os projetos de acordo com o interesse da equipe

Difícil de fazer o tempo todo, mas se o membros do projetos tem um interesse particular nele, as chance de sucesso são maiores;

10 – Lembre-se do usuário final

Sempre se pergunte se você esta fazendo algo para sua equipe, para o cliente ou se realmente o usuário final precisa disso;

Eram para ser só 10, mas este último também é importante.

11 – Aceite os erros

Eles são inevitáveis no processo criativo. Aprenda e siga adiante.


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Receita de inovação

Na Digital Signage Expo 2007 houve uma palestra cujo tema não foi OOH ou tecnologias digitais, mas inovação. E quem melhor Jim Lecinski, Diretor do Google, para falar sobre inovação? Ele listou os 9 pontos em que se baseia a cultura inovadora do Google, que podem ser adotados em qualquer empresa:

1 – Inovação, não perfeição instantânea

Lançar idéias rápida e frequentemente é mais importante do que ficar tentando atingir o produto/serviço perfeito para depois lançá-lo. O feedback dos consumidores irá aprimorar melhor a idéia e a resposta deles irá indicar os projetos mais promissores.

2 – Compartilhe tudo que você puder

Pequenos times que se comunicam abertamente tem trazido grandes resultados para o Google. Eles acreditam em transparência no ambiente de trabalho e de forma que todos saibam em que todos estão trabalhando. Eles tem um programa de computador onde podem procurar um nome e ver em que projeto esta pessoa está trabalhando e acompanhar o andamento do trabalho. Se eles tiverem alguma idéia podem contribuir.

3 – Se você é brilhante nós estamos contratando

Há sempre vagas para os mais brilhantes no Google. eles preferem os generalistas, que podem contribuir de diferentes formas em diferentes projetos do que os especialistas.

4 – Deixe seus funcionários perseguirem seus sonhos

O Google trabalho no modelo 70/20/10. O desenvolvimento dos programas atuais e de novas funcionalidades ocupa 70% do tempo. Novos projetos da empresa ocupam 20% do tempo e os outros 10% são usados pelos colaboradores em seus projetos pessoais. Assim surgiu o Orkut e o Google Earth.

5 – Idéias vem de toda parte

Algumas vezes o Google vai buscar suas idéias fora de casa. O Google Mastheads surgiu da contribuição de não-empregados, um deles uma garota de 13 anos.

6 – Dados e não opiniões

Tome suas decisões com base em fatos e não em opiniões. Com tantas idéias no ar, procure basear suas decisões em informações e não em suposições.

7 – Criatividade adora restrições

“Deixe as pessoas explorarem, mas estabeleça limites claros para estas explorações”. Caldeirões de idéias tendem a explodir se ninguém controla a temperatura.

8 – Procure usuários e ofereça usabilidade – o dinheiro vai atrás

Em outras palavras, faça o que os clientes querem e precisam, e não o que eventualmente venda mais e melhor. Assim você manterá a liderança inovadora.

9 – Não mate idéias, modifique-as

O Google não joga idéias fora. As modifica e transforma em algo útil para a empresa.


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Quem faz a sua marca

“Sua marca não é o que você diz que ela é.  Ela é o que o Google diz que ela é”

Chris Anderson – Editor Chefe da Wired Magazine


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Mídia da pálpebra

“A área de Outdoor é a mídia da ‘pálpebra’; na maioria das vezes, se você piscar não vai ver nada. Não é fácil se destacar nessa mídia que exige idéias e execução muito específicas. Gostaria que pudéssemos todos apreciar as nuances dessa área e homenageá-las”

Prasoon Joshi, presidente-executivo da McCann Worldgroup India e diretor-executivo de criação da Ásia Pacífico e Presidente do Júri de Outdoor de Cannes para 2008.

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