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As 5 principais tendências do Marketing para 2009

Segundo uma pesquisa da Anderson Analytics conduzida pela Marketing Executives Networking Group (MENG), as cinco principais tendências do marketing em 2009 são:

  1. Insight e inovação – Criatividade para sair da crise
  2. Consumidores em primeiro lugar – Reter e atrair consumidores é a prioridade. A marca vem depois
  3. Marketing Verde e Aquecimento Global perdem importância – Pena, mas primeiro o bolso
  4. Cansaço em relação a “Web 2.0” e “Social Media” – Mesmo reconhecendo que ainda não sabem muito sobre como usá-las
  5. China em destaque e ainda os “boomers” – O maior mercado atrai atenção e o target mais conhecido gera segurança

Mais detalhes aqui


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Racismo?

Painel em West Plains, Missouri, causa polêmica entre moradores da cidade, que debatem na seção de carta dos leitores do principal jornal local. Enquanto parte da cidade se sente envergonhada pelo conteúdo racista, outros dizem “Se eles podem queimar bandeiras, nós podemos nos manifestar assim”.

racismo.jpg


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Seis mandamentos de Alex Bogusky

Em entrevista para o imediaconnection, Alex Bogusky, deu 6 dicas para quem quer ser bem sucedido no mercado publicitário. Se serviu para ele, que virou uma das estrelas do mercado pelo trabalho de sua agência, a Crispin Porter+Bogusky, pode servir para outros.

1. Venda a solução e não os anúncios

2. Fomente a criatividade

3. Siga seu nariz e não dinheiro

4. Sempre diga a verdade

5. Olhe à frente mas não tão longe

6. Faça o que você gosta e não o que quer


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E por falar na sua marca…

Existe uma tendência cada vez maior de utilizarem a mídia exterior para gerar “buzz”, boca-a-boca e comentários entre consumidores sobre a marca.

Para entendermos melhor este mecanismo, fiz um breve resumo de um artigo de Richard Pinder, COO da Publicis Worldwide, publicado na revista Contagious.

Contágio não é apenas buzz. É uma forma de construir sustentabilidade para a marca através de de grandes experiências que façam as pessoas falarem positivamente sobre a marca. E muito antes de ser um fenômeno da internet, este já era um jeito original de construir marcas.

A regra do contágio é” mudar a conversação” e as marcas que fizerem isto melhor serão “líderes de conversação”

Oito regras para se destacar na Era do Contágio

1 – Você é parte da conversação, quer você a gerencie ou não

No passado, havia uma máxima de que de que cada consumidor insatisfeito multiplicava sua insatisfação por mais 10 pessoas. Agora ele multiplica para mais 10 mil, por causa da internet.

2 – Tudo o que você faz vira conversação. Não importa se é aquilo que você chama de marketing ou não. O que você saiba ou não.

Para agências de publicidade, isso significa que você não pode gerenciar conversações sem ter um ponto de vista para cada aspecto da experiência de produto do seu cliente.

3 – Mudar a conversação a seu favor é o que fará o seu negócio crescer

Marcas com maiores recomendações em sua categoria crescem 4 vezes mais rápido do que a média da categoria.

4 – A maior parte do que hoje se posiciona como buzz ou boca-a-boca é completamente irrelevante

É transitório e desconectado. Não muda a conversação. Ser comentado não é, por si só, uma proposta de valor.

5 – Você deve ser comentado em relação a coisa que realmente importem para o consumidor, e que mudam o rumo da conversação

Se não, é só blá-blá-blá

6 – Grandes marcas lideram a conversação adotando um ponto de vista que vai além da categoria.

(N.E. Aqui o exmplo é meu: Campanha Real Beleza, de Dove)

7 – O marketing tradicional pode mudar a conversação, mas para conseguir isto ele deve ser de alto nível.

Mesmo em 2008, a publicidade em Tv é a que mais gera conversação e mudanças em conversação. Mas quando for criar, não pense no spot, pense na conversação que começa depois do spot.

8 – Ações simbólicas têm imenso poder de contágio, se elas cristalizarem uma visão poderosa

Uma campanha para uma cerveja neozelandesa que ressaltava a importância da amizade e da cerveja, colocou um pub num barco e o enviou para a Inglaterra para que neozeandeses de lá pudessem se encontrar e tomar sua cerveja favorita.

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House agencies nos EUA

Artigo publicado no site da WARC comenta pesquisa divulgada pela ANA – Association of National Advertisers que revela que 42% dos anunciantes têm uma unidade interna responsável por publicidade.

O resultado incomoda as agências tradicionais, especialmente num momento de recessão que os EUA vem passando.

A justificativa dos clientes para esta tendência é basicamente econômica. Entre os serviços que estes departamentos prestam, destacam-se:

• Material para ponto de venda (displays e brochuras) (97%)
• Comunicação interana (82%)
• Videos internos (69%)
• Desenvolvimento de identidade de marca (66%)
• Mala direta (65%)
• Criação e manutenção de sites (65%)
• Criação de banners e outras criações on line “estáticas” (62%)
• Outros serviços: publicidade em TV, embalagem, otimização e marketing em seriços de busca marketing
• Além desses, 35% fazem o planejamento de mídia. Outros 24% fazem a compra da mídia
• Em 58% da companhia, estes departamentos se reportama ao departamento de marketing ou comunicações
• 17% dos departamentos tem budgets e metas de lucro

A pirncipal crítica as houses agencies é a deficiência no pensamento estratégico (61%). E metade dos anunciantes diz que idéias originais das equipes internas.


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